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Gloss�rio de Log�stica (Completo)

Um guia completo para entender a “sopa de letrinhas” da log�stica e do WMS.

M�todo de categoriza��o de estoque baseado na import�ncia, quantidade ou valor.

  • Classe A: Itens de alto valor ou giro (20% dos itens que geram 80% do resultado).
  • Classe B: Itens intermedi�rios.
  • Classe C: Itens de baixo valor ou giro (maioria dos itens, menor impacto).

Indicador que mede a precis�o do estoque. � a compara��o entre o que consta no sistema (virtual) e o que existe fisicamente. Uma acuracidade de 99% significa que de cada 100 itens contados, 99 estavam corretos.

Local destinado � guarda e conserva��o de materiais, geralmente interno (diferente de Armaz�m, que pode ser para terceiros).

Conjunto de rotinas e padr�es que permitem que dois sistemas conversem entre si. O Binno utiliza APIs para integrar com ERPs e E-commerces.

Espa�o dedicado � confer�ncia, embalagem e carregamento de mercadorias prontas para envio.

Atividade que envolve a administra��o do espa�o necess�rio para manter os estoques. Inclui localiza��o, fluxo, equipamentos e seguran�a.

Aviso Antecipado de Embarque. Notifica��o eletr�nica enviada pelo fornecedor informando que a mercadoria saiu e detalhando o conte�do da carga.

Processo de contagem f�sica dos itens para verificar a acuracidade do estoque. No Binno, pode ser feita por BIN (Endere�o) ou por Produto.

Dano na mercadoria ou embalagem que compromete sua qualidade ou apresenta��o. Itens avariados devem ser segregados no WMS para n�o serem vendidos.

Ac�mulo de trabalho pendente. Na log�stica, geralmente refere-se a pedidos recebidos mas ainda n�o processados ou expedidos.

Pedido aceito mesmo sem estoque f�sico dispon�vel no momento, com a promessa de entrega futura assim que o item chegar (venda sob encomenda).

Representa��o gr�fica de dados num�ricos ou alfanum�ricos. O Binno utiliza leitores de c�digo de barras para eliminar a digita��o manual e erros.

Estrat�gia onde o operador coleta itens para m�ltiplos pedidos simultaneamente em uma �nica viagem, reduzindo o tempo de deslocamento.

A menor unidade de localiza��o em um armaz�m. � o “CEP” do produto. Ex: Rua A, Pr�dio 01, N�vel 2, Apto 3.

Armazenagem no ch�o, empilhando paletes ou caixas diretamente uns sobre os outros, sem uso de estruturas porta-paletes.

A��o de impedir que um lote ou produto seja vendido ou movido, geralmente por controle de qualidade, avaria ou reserva.

Com�rcio entre empresas. Log�stica B2B geralmente envolve volumes maiores, paletes e entregas agendadas.

Com�rcio direto ao consumidor final. Log�stica B2C foca em fracionado, velocidade e experi�ncia de unboxing.

Carga que n�o ocupa a capacidade total do ve�culo, sendo transportada junto com mercadorias de outros remetentes.

Agrupamento l�gico de produtos com caracter�sticas similares (ex: “Eletr�nicos”, “Vestu�rio”). Ajuda na organiza��o f�sica e relat�rios.

No Brasil, sistema num�rico para facilitar o encaminhamento de correspond�ncias e mercadorias. Fundamental para c�lculo de frete.

Processo de entrada e confer�ncia de mercadorias no armaz�m.

Processo de sa�da, valida��o e confer�ncia final do pedido antes do despacho.

Tempo decorrido entre o recebimento do pedido e a entrega ao cliente.

Ato de agrupar pequenos volumes ou pedidos em uma �nica carga maior para otimizar o transporte.

Uso de containers para transporte de cargas, padronizando o manuseio e protegendo a mercadoria.

Sistema onde a mercadoria chega e � imediatamente expedida, sem passar por armazenagem de longo prazo. O produto cruza (cross) as docas (dock).

C�lculo do volume espacial que uma carga ocupa. Fundamental para o c�lculo de frete (“Peso Cubado”).

Data limite para consumo ou uso seguro de um produto. O WMS deve controlar isso para garantir FEFO (First Expire, First Out).

A procura por um produto ou servi�o por parte dos consumidores. A previs�o de demanda ajuda a dimensionar o estoque.

Ato de enviar a mercadoria para a transportadora.

Processo de retorno da mercadoria do cliente para o centro de distribui��o (troca, desist�ncia ou defeito).

Abertura no armaz�m onde caminh�es encostam para carregar ou descarregar.

Modelo onde o vendedor n�o mant�m estoque. A venda � repassada ao fornecedor, que envia o produto diretamente ao cliente final.

Posi��o de estoque acess�vel ao operador para separa��o de pedidos.

Padr�o global de c�digo de barras (geralmente 13 d�gitos) usado no varejo para identificar produtos de forma �nica (GTIN-13).

Com�rcio eletr�nico. Exige uma log�stica �gil, com alta acuracidade e rastreabilidade em tempo real.

Troca eletr�nica de dados estruturados entre empresas (ex: envio de notas fiscais, pedidos de compra).

Inv�lucro do produto.

  • Prim�ria: Contato direto (garrafa).
  • Secund�ria: Agrupamento (caixa com 6 garrafas).
  • Terci�ria: Transporte (palete com v�rias caixas).

Equipamento motorizado usado para levantar e mover cargas pesadas ou paletes.

Sistema l�gico de identifica��o de posi��es no armaz�m (Ruas, Pr�dios, N�veis). Sem endere�amento, n�o h� WMS.

Todo o fluxo de recebimento de materiais: descarga, confer�ncia e guarda (putaway).

Sistema de Gest�o Empresarial (ex: SAP, Totvs, Bling, Tiny). O WMS (como o Binno) geralmente se integra ao ERP para receber notas e devolver saldos.

Conjunto de mercadorias armazenadas com valor econ�mico.

Quantidade extra mantida para cobrir varia��es imprevistas na demanda ou atrasos no fornecimento.

Ponto de reabastecimento. Quando o saldo atinge esse n�vel, um novo pedido de compra � disparado.

Processo final do armaz�m: separa��o, confer�ncia, embalagem e entrega � transportadora.

“Primeiro que Vence, Primeiro que Sai”. Regra de ouro para produtos perec�veis. O WMS prioriza a separa��o do lote com data de validade mais pr�xima.

“Primeiro que Entra, Primeiro que Sai” (PEPS). M�todo cont�bil e f�sico onde o estoque mais antigo � vendido primeiro. Ideal para evitar obsolesc�ncia.

Estrutura din�mica de armazenagem onde as caixas deslizam por gravidade sobre roletes. Muito usado no picking de caixas fracionadas.

O remetente (quem vende) paga o frete e o seguro. O custo j� est� embutido no pre�o da mercadoria.

O destinat�rio (quem compra) paga o frete e assume os riscos a partir do despacho.

Processo completo de atendimento do pedido: desde a compra online, separa��o, embalagem at� a entrega na porta do cliente.

Estrutura met�lica usada para armazenar ou transportar itens soltos ou de alto valor com seguran�a.

Indicador que mede quantas vezes o estoque se renovou em um per�odo. Giro alto indica boa sa�de financeira e comercial.

Identificador global de item comercial. Engloba EAN-13, UPC, etc. � a “impress�o digital” do produto no com�rcio mundial.

Ponto central de conex�o e redistribui��o de cargas. Uma transportadora pode ter v�rios Hubs regionais.

Contagem frequente e parcial de grupos de itens (ex: contar a Classe A toda semana). Evita parar a opera��o para um balan�o geral.

Contagem de TODOS os itens do armaz�m de uma vez s�. Geralmente exige a paralisa��o total da opera��o por dias.

Unidade �nica de estoque mantida (Stock Keeping Unit).

Filosofia de gest�o onde o estoque chega exatamente no momento em que � necess�rio para a produ��o ou venda, reduzindo custos de armazenagem a zero (idealmente).

Sistema visual de gest�o de fluxo (cart�es, luzes, bins vazios) que sinaliza a necessidade de reabastecimento.

Processo de montar kits (conjuntos) de produtos para venda. Ex: Juntar um shampoo e um condicionador e vender como um �nico SKU “Kit Capilar”.

Indicador-chave de desempenho. Na log�stica: Acuracidade, OTIF, Tempo de Ciclo, Custo por Pedido.

A etapa final da entrega, do centro de distribui��o at� a porta do cliente. Geralmente a mais cara e complexa da log�stica.

O desenho f�sico do armaz�m. Um bom layout minimiza deslocamentos e gargalos.

Tempo total decorrido entre o in�cio e o fim de um processo. Ex: Lead Time de Compra (do pedido ao fornecedor at� a chegada no estoque).

“�ltimo que Entra, Primeiro que Sai” (UEPS). Usado raramente em perec�veis, mais comum em estoques de granel ou onde a obsolesc�ncia n�o importa.

O caminho de volta. Fluxo de produtos do consumidor para o fabricante (devolu��es, reciclagem, descarte).

Grupamento de itens produzidos ou comprados juntos, compartilhando caracter�sticas como data de validade e custo. Rastreabilidade � fundamental.

Informa��es est�ticas vitais sobre os produtos, fornecedores e clientes. No WMS, o Cadastro de Produtos (SKU, Peso, Dimens�es) � o cora��o do sistema.

Estrutura elevada que permite duplicar ou triplicar a �rea �til de armazenagem, geralmente usada para picking manual ou escrit�rios.

Sistema de coleta programada onde um �nico ve�culo passa em diversos fornecedores para coletar materiais, otimizando o frete.

Qualquer transfer�ncia de material de um endere�o (BIN) para outro dentro do armaz�m.

Documento digital obrigat�rio no Brasil para acompanhar o tr�nsito de mercadorias. O XML da NF-e � a base para a entrada (importa��o) autom�tica no WMS.

Acordo de N�vel de Servi�o. Meta estabelecida (ex: entregar 98% dos pedidos em at� 24h).

Regra que define como as caixas devem ser empilhadas no palete (lastro e camadas) para garantir estabilidade e aproveitamento de espa�o.

Percentual do armaz�m que est� cheio. Passar de 85% de ocupa��o geralmente come�a a travar a opera��o (“S�ndrome do Armaz�m Cheio”).

Sistema que orquestra os pedidos vindos de v�rios canais (Loja F�sica, E-commerce, Marketplace) e decide de qual estoque (WMS) vai sair.

Agrupamento de v�rios pedidos para serem separados juntos em um intervalo de tempo espec�fico. Aumenta a efici�ncia ao adensar a rota do operador.

Fluxo unit�rio. Conceito Lean onde se processa um item de cada vez, do in�cio ao fim, sem gerar estoques intermedi�rios.

Empresa terceirizada que assume a gest�o da armazenagem e transporte de outra empresa.

KPI crucial que mede a porcentagem de pedidos entregues no prazo (On-Time) e com a quantidade correta (In-Full).

Esta��o de trabalho onde os pedidos separados s�o conferidos, embalados, etiquetados e pesados para despacho.

Palete de madeira padronizado (1,00m x 1,20m). Fundamental para intercambialidade entre empresas no Brasil.

O processo mais custoso do armaz�m (aprox. 60% do custo operacional). Consiste em coletar os produtos nas prateleiras para atender aos pedidos.

  • Discreto: Um pedido por vez.
  • Por Zona: Operador cuida s� de um corredor.
  • Por Lote: V�rios pedidos de uma vez.

N�vel de estoque que, ao ser atingido, dispara um novo pedido de compra. � calculado com base no Lead Time e na demanda m�dia.

Estrutura met�lica vertical (estantes) projetada para armazenar paletes em altura.

Processo de guardar a mercadoria recebida em seu endere�o definitivo. Um bom WMS sugere o melhor local (ex: perto da sa�da para itens de alto giro).

C�digo bidimensional que armazena muito mais dados que o c�digo de barras comum. O Binno utiliza QR Codes para identificar endere�os (BINs) de longe, pois s�o mais f�ceis de ler por c�meras de celular.

Quando o cliente pede, mas n�o tem produtos dispon�veis. Gera perda de venda e frustra��o.

�rea ou status onde produtos ficam retidos aguardando inspe��o de qualidade ou libera��o, n�o podendo ser vendidos.

Tecnologia que permite comunica��o sem fio entre o sistema WMS e os coletores de dados dos operadores.

A porta de entrada do armaz�m. Envolve agendamento, descarga, confer�ncia Cega (sem saber a quantidade da nota) e identifica��o.

Identifica��o por Radiofrequ�ncia. Etiquetas inteligentes (tags) que emitem sinal e n�o precisam de contato visual para serem lidas, ao contr�rio do c�digo de barras.

Processo de definir a melhor rota para entrega (transporte) ou para a separa��o dentro do armaz�m (Picking).

Modelo de distribui��o de software onde o aplicativo roda na nuvem e � pago por assinatura. O Binno � um WMS SaaS.

Varia��es de demanda que se repetem em �pocas espec�ficas (ex: Natal, Black Friday). O WMS ajuda a preparar o estoque para esses picos.

Unidade de Manuten��o de Estoque. � o c�digo �nico que identifica cada produto (ex: Camiseta Azul P � um SKU, Camiseta Azul M � outro).

Acordo de N�vel de Servi�o. Contrato que especifica as m�tricas de qualidade esperadas (tempo de entrega, acuracidade, disponibilidade).

A arte de decidir ONDE cada produto deve ser armazenado. Itens de alto giro ficam nas posi��es “nobres” (f�ceis de pegar); itens de baixo giro, no fundo ou no alto.

Todo o ecossistema que move o produto desde a mat�ria-prima at� o consumidor final (F�brica -> Distribuidor -> Varejo -> Cliente).

Sistema de Gest�o de Transportes. Complementa o WMS focando no frete, rotas de entrega e auditoria de faturas de transportadoras.

Local onde a carga troca de ve�culo, mas n�o fica armazenada por muito tempo.

Veja “Giro de Estoque”.

Ato de agrupar v�rios volumes pequenos em uma unidade de carga maior (ex: colocar v�rias caixas em um palete e passar filme stretch).

Termo gen�rico para Unidade de Produto. Veja SKU.

Estoque Gerenciado pelo Fornecedor. Quando o fornecedor monitora o n�vel de estoque do cliente e rep�e automaticamente, sem esperar pedido.

Medi��o do volume f�sico (m�) da carga para fins de ocupa��o de ve�culo ou armaz�m.

Armaz�m. Instala��o comercial para guarda de bens.

Conceito de liberar o trabalho em “ondas” (Waves) para equilibrar a carga de trabalho no armaz�m e evitar gargalos na expedi��o.

Sistema de Controle de Armaz�m. Focado no controle em tempo real de equipamentos automatizados (esteiras, sorters, transelevadores). O WMS diz “O QUE” fazer, o WCS diz “COMO” a m�quina vai fazer.

Sistema de Gerenciamento de Armaz�m. O “c�rebro” da opera��o log�stica (como o Binno). Controla invent�rio, localiza��es, recebimento, picking e expedi��o.

Linguagem de marca��o utilizada na Nota Fiscal Eletr�nica (NF-e). O Binno l� arquivos XML para importar produtos e pedidos automaticamente.

Gest�o de P�tio. Controle do fluxo de ve�culos (caminh�es) na �rea externa do armaz�m (portaria, docas, estacionamento). Evita filas e demurrage (multa por atraso).

�rea pr�xima �s docas onde os pedidos prontos aguardam o carregamento. Tamb�m chamada de “Stage”.

�rea do armaz�m dedicada � separa��o de pedidos, onde os produtos est�o acess�veis aos operadores (geralmente nos n�veis baixos das estantes).

Divis�o l�gica do armaz�m em �reas com caracter�sticas espec�ficas (Zona Fria, Zona de Inflam�veis, Zona de Bloqueados).